“We’ve read enough books.” (Jared Kushner, genro de Trump)

Bruno Latour, filósofo, sociólogo e antropólogo francês, vem procurando alertar sobre a “Nova História”, que se iniciou quando se supôs o “fim da história”. Essa nova história se apoia na “desregulamentação”, nas porteiras abertas para a globalização, ou seja, o domínio das grandes corporações – através de governos populistas títeres -, tendo como imediata consequênciaContinuar lendo ““We’ve read enough books.” (Jared Kushner, genro de Trump)”

“Deus, ou seja, a Natureza”

Para Espinoza, Deus não criou o mundo nem está fora do mundo: ele é o próprio universo. Por isso, dizia “Deus sive Natura” (Deus ou Natureza). Deus seria imanente, está inseparavelmente contido e implicado em toda a realidade. A ideia de um Deus raivoso, que precisava ser cultuado e agradado, seria uma superstição. Essa imagemContinuar lendo ““Deus, ou seja, a Natureza””

O plano do governo

Este é o mapa da Produtividade no qual o sujeito produtor é a natureza. A natureza, aqui não é passiva, a produção econômica funcionaria a partir dela. Ressalta-se a noção de produção natural com a geração de riqueza econômica. Vejam o tamanho do Brasil! Estamos falando da bioeconomia, ou economia verde, que não opõe ‘natureza’Continuar lendo “O plano do governo”

Perguntaram a Bakunin quem foi o primeiro anarquista e ele respondeu: “Foi Adão, é claro, ele se rebelou contra a autoridade de Deus; quem se insurge contra qualquer autoridade é um anarquista”.

Kropotkin era um príncipe. Mas, renunciou a este título da nobreza. Preferiu o anarquismo. Atuou como sociólogo, geógrafo, filósofo, economista, cientista político, escritor, historiador e biólogo. Vamos falar um pouco sobre o biólogo. Em 1866, ele e dois amigos, viajaram para o leste da Sibéria pela aventura de encontrar uma hipotética mina de ouro indicadaContinuar lendo “Perguntaram a Bakunin quem foi o primeiro anarquista e ele respondeu: “Foi Adão, é claro, ele se rebelou contra a autoridade de Deus; quem se insurge contra qualquer autoridade é um anarquista”.”

Percepções extra-sensoriais

Em janeiro de 1874, três cientistas materialistas e uma romancista compareceram a uma sessão de espiritismo, muito em voga no final do século. Eram Charles Darwin, seu irmão Erasmus, seu primo Francis Galton, um dos fundadores da psicologia (e também da eugenia) e, George Eliot. Queriam impedir a ascensão do espiritismo, que viam como possívelContinuar lendo “Percepções extra-sensoriais”

Noosfera

Teilhard de Chardin era um teólogo, mas também um cientista evolucionista e, de certa forma, um pensador do futuro. Entendia que a história do pensamento resultaria na formação de uma “esfera” pensante sobre a Terra, a ‘noosfera’. “A partir da gênese da Vida no Mundo, as primeiras formas viventes manifestaram-se em Complexidade orgânica e emContinuar lendo “Noosfera”

Pensar verde

O Banco Central introduziu “Sustentabilidade” como a quinta dimensão da sua Agenda. O Bacen toma a frente e nos coloca na fronteira da regulação financeira. O presidente possivelmente não sabe disso, como não sabia da implementação do PIX, há muitos anos implantado noutros países.  As quatro primeiras dimensões são inclusão, competitividade, transparência e educação. “SustentabilidadeContinuar lendo “Pensar verde”

“Não será comprada”

Chegamos ao ponto de, reiteradamente, a saúde pública ser um joguete político. O presidente afirmou hoje que a vacina Coronavac, desenvolvida pela chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantã, “não será comprada” pelo governo brasileiro. O atual presidente apela para argumentos ideológicos. Tenta criar uma nova ‘guerra fria’ – agora entre o Ocidente cristão-democrático eContinuar lendo ““Não será comprada””

O que o Renascimento deve à China

Zhu Di foi o terceiro imperador da dinastia Ming; reinou de 1402 a 1424. Ele inicialmente aceitou a nomeação que seu pai fizera para sua sucessão: seu irmão mais velho, Zhu Biao e, depois, seu sobrinho Zhu Yunwen como príncipe herdeiro. Entretanto, quando Zhu Yunwen ascendeu ao trono como imperador de Jianwen começou a executarContinuar lendo “O que o Renascimento deve à China”

Queimando nosso futuro

Em cinco décadas (1970 a 2016), a vida selvagem encolheu 68%! É a sexta extinção em ritmo exponencial. Razões: degradação ambiental e ação humana. O homem dominará desertos? Não, a espécie pagará o preço. O declínio mais acentuado ocorreu na América Latina: 94%! O estudo, do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), está aqui: (https://www.dw.com/pt-br/mundo-perdeu-68-dos-animais-selvagens-em-menos-de-50-anos-aponta-wwf/a-54881584)Continuar lendo “Queimando nosso futuro”