Ford, o pacifismo e o antissemitismo

Henry Ford introduziu a produção em massa de automóveis. Tinha lá suas convicções sobre religião, história, política, guerra e os judeus. Ele se opôs a ambas as Guerras Mundiais em função de seu pacifismo geral. Fala-se, aliás, que em 1941, enviou uma carta para Mahatma Gandhi, na qual expressava sua admiração: “Você é um dosContinuar lendo “Ford, o pacifismo e o antissemitismo”

Derrota não é o fim; pode ser um degrau para o objetivo

Joaquin Miller era o pseudônimo de Cincinatus Heine Miller, um poeta americano. Quando jovem, ele se mudou para o norte da Califórnia durante os anos da Corrida do Ouro e teve uma variedade de aventuras, incluindo passar um ano morando em uma vila nativa americana e ser ferido em uma batalha contra os nativos americanos.Continuar lendo “Derrota não é o fim; pode ser um degrau para o objetivo”

“Quase sempre o êxito justificou os seus métodos”

A 19 de maio de 1536, Ana Bolena era decapitada. Ela escolheu o tipo de morte; a opção era ser queimada. Havia sido acusada de adultério e incesto. No mesmo dia, seu irmão e quatro jovens também foram executados. Aparentemente, foi tudo forjado. A culpa de Ana foi não ter gerado um filho para HenriqueContinuar lendo ““Quase sempre o êxito justificou os seus métodos””

O Plasma de Quinton

A expressão “Pois tu és pó e ao pó tornarás“, citada em Gênesis 3-19, é controversa. Adão veio da terra, mas Eva não! Talvez Deus quisesse se referir à Terra, especificamente ao mar. O pó (argila) poderia ser a lama marinha. Deixando as hipóteses de Criacionismo ou outras, como a Panspermia, admite-se que a vidaContinuar lendo “O Plasma de Quinton”

“Eles não podiam aceitar que um judeu, esse verme, mesmo nos campos da morte, não tivesse perdido a fé em Deus.”

Sarah Kofman era uma filósofa, autora de mais de 20 livros que abordavam a psicanálise, filosofia, o feminismo, Nietzsche e Freud. Seu último livro, de memórias, se refere a dois endereços: o primeiro, onde a família vivia até a detenção do pai, e o segundo, onde ela ficou abrigada, durante a guerra, depois de ter sidoContinuar lendo ““Eles não podiam aceitar que um judeu, esse verme, mesmo nos campos da morte, não tivesse perdido a fé em Deus.””

“É preciso viver.”

Amandine Aurore Lucile Dupin: George Sand, como se assumiu literariamente. O nome masculino, e os trajes, não eram sinais de homossexualismo. Ao contrário. Era uma força animal, muito feminina; uma criatura poderosa e indômita – após superar traumas da infância e juventude. E, ia aumentando seu poder de atração à medida que envelhecia. Já sessentona,Continuar lendo ““É preciso viver.””

“Dentre todos os males, o pior de todos é quando resolvemos mudar nossos defeitos.” (Sêneca)

“Cultive o espírito porque obstáculos não faltarão.” (Confúcio) Alberto Manguel pergunta: “Porque ler Sêneca por exemplo? Entre muitas coisas, para nos consolarmos com o que os alemães chamam ‘Schadenfreude‘, essa espécie de enviesada alegria de descobrir que os outros, nossos antepassados, também não foram felizes e que, nas épocas remotas da cultura clássica, a vidaContinuar lendo ““Dentre todos os males, o pior de todos é quando resolvemos mudar nossos defeitos.” (Sêneca)”

“Só acredito nas pessoas que ainda se ruborizam”

Nelson Rodrigues era um gênio, exclama Ronaldo Bôscoli (1928-1994) em suas memórias (“Eles e Eu”). Bôscoli era um típico playboy da zona sul carioca. Com o empobrecimento da família, precisou trabalhar. O que lhe pareceu palatável foi jornalismo esportivo: algum prazer no fazer. No Última Hora, conheceu Nelson Rodrigues. Um dia, Nelson se aproximou e,Continuar lendo ““Só acredito nas pessoas que ainda se ruborizam””

A glória e o esquecimento

Thomas Paine: no final da Revolução Americana, o escritor de panfletos radical era um herói nacional, muito conhecido pela autoria de “Senso Comum”, que convenceu muitos americanos a se juntarem à luta contra os britânicos. Com o tempo, no entanto, Paine tornou-se um pária social, principalmente por suas visões controversas sobre a religião organizada eContinuar lendo “A glória e o esquecimento”

108 anos após sua morte, a abolicionista negra Harriet Tubman poderá passar a ilustrar a nota de US$ 20

O retrato de Harriet Tubman (1822-1913) substituirá o de Andrew Jackson, o sétimo presidente americano (1829-1837), que estampa a nota de US$ 20 desde 1928. Andrew Jackson era escravagista e teve papel importante na remoção violenta de indígenas de territórios no sul do país. Trump é seu admirador. Obama tentou fazer esta mudança; não conseguiu.Continuar lendo “108 anos após sua morte, a abolicionista negra Harriet Tubman poderá passar a ilustrar a nota de US$ 20”