“São os professores, somente eles, quem libertam os povos e transformam as coletividades em verdadeiras nações.” (Mustafa Kemal Atatürk)

Mustafa Kemal Atatürk, foi marechal e revolucionário turco. Fundou a República da Turquia, após o fim do Império Otomano. Atatürk era iluminista e positivista, como a maioria de nossos militares, “fundadores” de nossa república. E, era uma referência para os “tenentes” da década de 1920, que entendiam que os interesses do país e os dasContinuar lendo ““São os professores, somente eles, quem libertam os povos e transformam as coletividades em verdadeiras nações.” (Mustafa Kemal Atatürk)”

“Nós não temos dinheiro, então nós temos que pensar” (Ernest Rutherford)

Ernest Rutherford era físico, mas ganhou o Nobel de Química em 1908 e, depois, idealizou o “modelo atômico” com um núcleo positivo e elétrons orbitando. Proferiu a frase acima quando do recebimento do Nobel. Como sempre, a importância da ciência e, por conseguinte, da educação, não é óbvia para a maioria da população e dosContinuar lendo ““Nós não temos dinheiro, então nós temos que pensar” (Ernest Rutherford)”

Professor: o antecipador, o planejador e o criador da nova e maior ordem da vida humana

Como disse, em post anterior, H. G. Wells escreveu sobre Frederick William Sanderson, um reformador da educação na Inglaterra: “Tomamos, muito apropriadamente, as precauções máximas para excluir homens e mulheres de caráter imoral não apenas do ensino real, mas também de qualquer exercício de autoridade educacional. Mas ninguém jamais faz a menor objeção às influênciasContinuar lendo “Professor: o antecipador, o planejador e o criador da nova e maior ordem da vida humana”

Aprendizagem requer despertar o interesse

F. W. Sanderson foi, por 30 anos (até sua morte em 1922), o diretor da Oundle School, uma escola inglesa fundada em 1556. Quando assumiu ela estava decadente; sua visão sobre educação a reavivou. Para ele, os alunos deveriam deixar de lado o medíocre e o insignificante, os detalhes e a banalidade; deveriam tomar distânciaContinuar lendo “Aprendizagem requer despertar o interesse”

Determinismo ou potencialidade

O homem é um organismo passivo, governado por estímulos fornecidos pelo ambiente externo. Ele pode ser manipulado, seu comportamento pode ser controlado, através de adequado controle de estímulos. Este é o pensamento de Burrhus Frederic Skinner, psicólogo behaviorista, comportamentalista. Livre arbítrio seria invencionice, ilusão; a ação humana depende das consequências de ações anteriores. O homemContinuar lendo “Determinismo ou potencialidade”

Verissimo e o social

Erico Verissimo foi, nos anos 50, diretor do Departamento de Assuntos Culturais da OEA. Seus discursos mostram da sua independência e insubmissão a correntes políticas. Criticava os que rotulavam como comunistas qualquer um que defendesse igualdade social. Segundo ele, “não só atrás da Cortina de Ferro, mas nos países democráticos, intelectuais são encarados com desconfiançaContinuar lendo “Verissimo e o social”

Pedagogia dos bebês

Todos os bebês aprendem coisas tão difíceis quanto pensar, andar ou falar, aprendendo em liberdade, sem nenhuma educação formal. Essa é a ideia por trás da Unitierra, a Universidade da Terra, localizada em Oaxaca, México, região dos zapotecas e mixtecas, que se define como “uma organização, um espaço e uma rede de aprendizagem, estudo, reflexãoContinuar lendo “Pedagogia dos bebês”

Alfabetização

Sou avô. Tenho sofrido com o processo de ‘alfabetização‘ pelo qual alguns netos passam. Tinha esquecido o meu sofrimento. Uma tortura. Há, basicamente, dois processos de alfabetização infantil: um método ‘sintético‘ e o ‘analítico‘. Ambos se utilizam do mesmo paradigma psicológico, o ‘associacionismo’. “Considerava-se que que aprender a ler e escrever dependia, fundamentalmente, de aprenderContinuar lendo “Alfabetização”