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Risco de morte é 72% maior entre crianças pretas que entre brancas

Recentemente a Fiocruz Bahia divulgou um estudo que mostra o efeito da desigualdade social na incidência de mortes entre crianças. Os dados impressionam! As crianças indígenas, por exemplo, têm 14 vezes mais chances de morrer de diarreia. O risco é 72% maior entre crianças pretas quando comparado com as chances das nascidas de mães brancas.Continuar lendo “Risco de morte é 72% maior entre crianças pretas que entre brancas”

O mundo das ideias

“Os vivos são sempre e cada vez mais governados pelos mortos”: este é um lema positivista, dito por Augusto Comte. Podemos não perceber, mas “a quase totalidade de nossos pensamentos, de nossas convicções, e também de nossos valores, se inscreve nas grandes visões do mundo já elaboradas e estruturadas ao longo da história das ideias”,Continuar lendo “O mundo das ideias”

Nossas cobranças devem ser dosadas

Há uma desconfiança nas instituições, uma decepção com relação às expectativas irrealistas, uma falta de clareza sobre o que nos sobra com a pressão constante de performance! Isso tem levado milhões à paralisia, à invalidez funcional, ao burnout, síndrome de pânico, e à depressão! A ética rígida do trabalho e um comprometimento obsessivo com osContinuar lendo “Nossas cobranças devem ser dosadas”

Bakunin, materialista e anarquista

O que seríamos sem os outros, mesmo para um egoísta? Tanto nossa liberdade individual como nossa personalidade só se realizam (potencialmente) se vivermos em sociedade, completando-nos com todos os indivíduos que nos cercam e graças ao trabalho conjunto, à força coletiva da sociedade. Sem os outros seríamos mais estúpidos e miseráveis que qualquer outro animalContinuar lendo “Bakunin, materialista e anarquista”

“Não permita tua alma maldizer do destino no presente nem temê-lo para o futuro”

Algumas reflexões de Marco Aurélio, imperador romano entre 161 e 180 d.C. Quase dois milênios depois, permanecem válidas. “Dizer para si mesmo, ao amanhecer: Sei que vou encontrar um indiscreto, um ingrato, um grosseiro, um velhaco, um invejoso, um intolerante. Mas esses homens são assim devido à sua ignorância do bem e do mal. PorémContinuar lendo ““Não permita tua alma maldizer do destino no presente nem temê-lo para o futuro””

Ainda sobre a Independência

Em 1815 o Brasil foi elevado à condição de “Reino Unido a Portugal e Algarves”. Já comentei aqui as razões (https://balaiocaotico.com/2022/09/02/como-o-brasil-tornou-se-reino/) Mesmo entendidas as motivações, em Portugal a incredulidade e o desânimo inspiravam,de forma cada vez mais acentuada, um vago sentimento de orfandade política. Numa carta dos governadores do reino para o Rio de JaneiroContinuar lendo “Ainda sobre a Independência”

“O que não foi/ tocado é o que/ deixou sua marca/ mais nítida na mão.”

Volto com Ruy Espinheira Filho, o poeta baiano (quase um pleonasmo) que traz toda a complexidade da vida num lirismo nunca abandonado. À sua memória, aflora o eterno fluir, com nossa pegada – visível, indelével ou fugaz, efêmera – no tempo. Talvez por isso tenha recebido a alcunha de “poeta da memória”. “Com que contundênciaContinuar lendo ““O que não foi/ tocado é o que/ deixou sua marca/ mais nítida na mão.””

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