A natureza é o limite

“Diferentemente do passado, o homem terá de retornar à ideia de que sua existência é uma dádiva do Sol.” (Nicholas Georgescu-Roegen) Georgescu-Roegen. Volto a falar sobre ele. Alguém precisa falar sobre esse visionário. Numa época em que a força motriz, o discurso e os sonhos dos políticos eram centrados no crescimento econômico – desenfreado eContinuar lendo “A natureza é o limite”

Uma visão mais ampla

A Organização Mundial do Trabalho prevê que as horas de trabalho globais no segundo trimestre de 2020 fiquem 10,5% abaixo dos níveis pré-crise, o que equivale à perda de mais de 300 milhões de empregos a tempo integral. E, pela primeira vez neste século, a pobreza global está subindo. A recessão global poderá reverter até três décadasContinuar lendo “Uma visão mais ampla”

Ariadne

“Essas coisas não aconteceram nunca, mas existiram sempre.” (Salústio) Fedra e Ariadne eram irmãs, e se enforcaram de vergonha e desespero. A mãe, Pasifae, igualmente suicidou-se por vergonha. As irmãs eram filhas de Minos, rei de Creta. A estória é conhecida, o final tem opções. Minos pediu e recebeu um touro branco, magnífico, de Poseidon.Continuar lendo “Ariadne”

Intolerância

Escrevo sempre sobre abusos, massacres e perseguições perpetrados por religiosos, fanáticos, de várias denominações. Hoje trago um fato marcante, que os revolucionários franceses, como ápice do terror, praticaram em nome da razão. As vítimas foram 16 freiras carmelitas, executadas em 17 de julho de 1794. Seus crimes? Continuaram a viver juntas após a extinção doContinuar lendo “Intolerância”

Fidelidade e política

Amigos queriam saber minha opinião sobre o “carão” que o rasputin, digo, o escritor Olavo de Carvalho, considerado guru bolsonarista, fez ao presidente e cercanias: “Quer levar um processo de prevaricação da minha parte? Se esse pessoal não consegue derrubar o seu governo, eu derrubo. Continue inativo, continue covarde e eu derrubo essa merda desse seuContinuar lendo “Fidelidade e política”

A Revolução

Aprendemos que, num dia qualquer, 14 de julho de 1789, muitosacordaram mal-humorados, saíram às ruas e, tomaram a Bastilha.Não foi só isso, sabemos. Esse pode ter sido o gatilho, umademonstração do ‘juntos, podemos’.Toda uma situação fora criada, calmamente, ao longo de séculos.No final do século XVIII, a França colecionava crises: uma econômica,entre as instituições, nosContinuar lendo “A Revolução”