O elo perdido?

Origin of the Species, From an Alien View - The New York Times
(Zecharia Sitchin, 1920-2010. Na imagem, uma escultura de 7.000 a.C. representaria um extraterrestre passando um arado e sabedoria agrícola para a humanidade.)

Para Zecharia Sitchin, evolução e criacionismo colidem.

Ele passou a vida argumentando que os seres humanos evoluíram com uma pequena intervenção genética de astronautas antigos que vieram para a Terra e precisavam de trabalhadores para minerar ouro e trazer de volta a Nibiru , um planeta que ainda não reconhecemos.

Como não tenho como dizer se estava certo ou errado, respeito seu trabalho investigativo.

Sitchin nasceu no Azerbaijão e cresceu na Palestina onde estudou hebraico antigo e moderno, acadiano e sumério, línguas europeias, o Antigo Testamento e a história e arqueologia do Oriente Próximo.

É claro que cientistas, historiadores e arqueólogos rejeitam suas teorias como pseudociência e culpam seus fundamentos: suas traduções de textos antigos e sua compreensão da física. 

No entanto, ele tem uma legião de leitores devotados de seus 13 livros. Entre eles, meu amigo Álvaro Farias Pinheiro, autor do livro “Humanidade – Intervenção Anunnaki”.

Em resumo, os sumérios teriam sido criados por extraterrestres, os “anunnaki” (“Aqueles que vieram do Céu à Terra”), oriundos do planeta Nibiru, nos limites do Sistema Solar.

Este planeta aproxima-se da Terra uma vez a cada 3.600 anos ou mais, em decorrência de sua longa órbita elíptica. Seus habitantes eram seres humanos tecnologicamente avançados, com cerca de três metros de altura. 

450 mil anos atrás, eles detectaram reservas de ouro no sudeste da África e fizeram uma expedição colonial à Terra, chegando no que hoje é o Golfo Pérsico.

Segundo Sitchin, esses nibiruanos recrutaram trabalhadores entre primatas eretos da Terra para construir oito grandes cidades. 

Enki, que se tornou o deus da ciência dos sumérios, concedeu um pouco da composição genética avançada dos nibiruanos a esses bípedes para que pudessem trabalhar como mineradores.

Seria esse o “elo perdido” na evolução da espécie humana, até o estágio atual de Homo sapiens demens? Neandertais, Homo erectus, australopitecos, Homo floresiensis, Homo naledi– e agora o novo Homo luzonensis trará explicações ou só novas interrogações?

É assim que Sitchin explica o que os cientistas atribuem à evolução. Ele diz que as cidades dos alienígenas foram destruídas por uma grande inundação há 30.000 anos, após o qual eles começaram a passar seu conhecimento aos humanos. Voltaram para casa em sua espaçonave, por volta de 550 a.C.

Sua teoria básica apoia-se em grande parte na leitura de textos preservados em tábuas de argila da era pré-babilônica na antiga Mesopotâmia, o chamado berço da civilização da Suméria.

“Se não existe vida fora da Terra, então o universo é um grande desperdício de espaço.” (Carl Sagan)

Publicado por Dorgival Soares

Administrador de empresas, especializado em reestruturação e recuperação de negócios. Minha formação é centrada em finanças, mas atuo com foco nas pessoas.

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