A raposa e o corvo (Fedro)

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(Ilustração de John Rae)

“Quem se alegra em ser louvado, com palavras enganosas, com frequência o arrependimento tardio pela torpeza praticada penaliza.”

“Um corvo, encarapitado no alto de uma árvore, queria comer o queijo furtado de uma janela.

A raposa, logo que o avistou, põe-se a falar, com brandura, assim: ‘Ó corvo, nada mais brilhante que tuas penas! Quanta beleza ostentas no corpo e no semblante. Se tivesse voz, ave nenhuma te levaria vantagem!’

Então o corvo, estulto, enquanto quer mostrar a voz, soltou da boca o queijo, que a raposa ardilosa, de imediato, agarrou com dentes ávidos.

Então, a estupidez decepcionada do corvo gemeu.”

Esta fábula se passa em Brasília.

Publicado por Dorgival Soares

Administrador de empresas, especializado em reestruturação e recuperação de negócios. Minha formação é centrada em finanças, mas atuo com foco nas pessoas.

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