Tudo deve ser quebrado para ser verdadeiramente completo

Considere a história sagrada asteca dos Cinco Sóis – na qual os deuses lutavam para refazer o mundo repetidas vezes, cada tentativa melhor que a anterior. Os seres humanos existem no Nepantla, um espaço liminar entre criação e destruição, ordem e caos. Nosso tempo atual era considerado o quinto sol; os quatro anteriores foram destruídos por enchente ou fogo. 

Acho que haverá mais sóis.

A mitologia mesoamericana, contemplava vários deuses. O panteão asteca e dos outros povos é um ‘aculturamento’. A rigor, eles não tinham deuses, mas ‘teteoh‘, uma noção abstrata que se refere a energia ou poder. 

Quetzalcoatl (serpente emplumada) era o ‘deus’ asteca do vento, do ar e do aprendizado. Um réptil voador: curiosa concepção para uma divindade criadora, que teria contribuído essencialmente para a criação da Humanidade.

Numa versão do mito, Quetzalcoatl roubou os ossos quebrados do submundo, das tentativas anteriores fracassadas de humanidade e, a Mãe Divina os moeu e misturou com o sangue dos deuses, formando as pessoas.

Deu no que deu.

Fonte principal: https://psyche.co/ideas/learning-nahuatl-the-flower-song-and-the-poetics-of-life?utm_source=Aeon+Newsletter&utm_campaign=12593de87d-EMAIL_CAMPAIGN_2020_06_18_01_59&utm_medium=email&utm_term=0_411a82e59d-12593de87d-70472897

Publicado por Dorgival Soares

Administrador de empresas, especializado em reestruturação e recuperação de negócios. Minha formação é centrada em finanças, mas atuo com foco nas pessoas.

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