Fragilidade

Teu nome nas águas

tão fundas, tão grandes

Perde-se na espuma,

castelo de instantes.

No aço azul da noite

teu firme retrato

acorda entre nuvens

já desbaratado.

A sorte da pedra

é tornar-se areia.

Mas quem não soluça

pensando em teu rosto

reduzido a poeira …

(Cecília Meireles)

A consciência da nossa fragilidade nos fortalece. Vida, sopro e vendaval. A superfície pode esconder abismos.

Publicado por Dorgival Soares

Administrador de empresas, especializado em reestruturação e recuperação de negócios. Minha formação é centrada em finanças, mas atuo com foco nas pessoas.

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